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Menina má, William March

Rhoda Penmark é uma menina inteligente, delicada e meiga, é o que parece. Mora com sua mãe Christine, e seu pai está a viagem. Ela tem um defeito apenas: não sabe receber não. Se quer algo, ela vai atrás para conseguir, e faz de tudo para que consiga (literalmente).
Na escola em que estuda acontece uma competição do aluno que tem a melhor caligrafia, e Rhoda perde para um menino, o que a deixa muito furiosa.
"[...] Ela era minha", teimou Rhoda. A medalha era minha." Seus olhos castanho-claros redondos arregalavam-se ao máximo, estáticos [...] 
Após um tempo, a escola organizou um piquenique, e Rhoda ainda com raiva, vai fazer justiça sobre sua medalha, o que acaba em um acidente. Depois disso, Christine faz avaliações sobre sua filha e se pergunta se ela pode ser tão má, uma criança apenas.
A narrativa remete ao movimento naturalista (dentro do realismo), em que há descrições psicológicas e biológicas sobre o ser humano. Pode se observar, também, um determinismo sobre a personagem. Durante o livro, o autor descreve não só a protagonista, mas também os outros personagens da trama (especialmente sua mãe). Toda essa análise contribui para as considerações finais dos acontecimentos.
O desenlace da história pode ser subentendido do meio do livro, onde no final não há grandes emoções. A diagramação do livro é impecável, com detalhes em todos os lugares. A capa tem um design fenomenal, que chama atenção para um conteúdo ótimo.

ATÉ ONDE A MALDADE DE UMA CRIANÇA VAI? 

Comentários

  1. Eu achei essa edição da caveirinha, maravilhosa.
    Gosto muito desse clássico e acredito que pra época, ele deve ter feito um barulho danado. <3


    Sai da Minha Lente

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    Respostas
    1. A edição é maravilhosa mesmo! Li várias coisas a respeito e na época teve uma grande repercussão <3

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