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Uma viagem pelo Caraval, de Stephanie Garber


Quando comprei Caraval, achei que seria um livro com temática adolescente. Mas ele se torna, durante a história, uma espécie de thriller psicológico misturado com fantasia. Nunca havia lido livros dessa autora, então foi uma primeira impressão de sua escrita (muito boa, por sinal).
Scarlett e Donatella são irmãs, com um ano de diferença. Elas vivem em uma ilha chamada Trisda, na qual seu pai é governador. Um homem rude, grosso e prepotente, batia nas filhas por qualquer coisa. Depois que sua mulher (mãe das meninas) foge da ilha, este assume uma personalidade crucha.
Há um jogo atrativo chamado Caraval. Eles são como um circo, onde há uma trupe que viaja para vários lugares (várias ilhas, no caso), para montar e fazer o jogo e seus espetáculos (é, complicado descrever o maravilhoso Caraval). Para conseguir participar, ou até assistir, é preciso que consiga um convite exclusivo de entrada, não basta só querer.
Scarlett e sua irmã sempre almejavam ir ao jogo, principalmente Donatella. Então sempre mandavam cartas ao "Mestre Lenda", o mestre do jogo. Suas cartas, durante muitos anos, não foram respondidas, então as esperanças não eram as mesmas, e nem a magia que perpetuava suas mentes.
Uma das cartas de Scarlett para o Grande Mestre Lenda
Scarlett estava prometida a um homem para casamento. Ela nunca o vira na vida, somente conversavam com cartas, afinal era um casamento arranjado pelo seu pai. Quando ela manda uma carta para o Mestre Lenda dizendo que esta seria sua última tentativa pois logo iria se casar, ele a responde imediatamente convidando-a para ir ao Caraval.
Ela conta para sua irmã, que imediatamente aprova a ida delas ao jogo, porém Scarlett está relutante a ir. Então uma armadilha é feita e elas vão para a Ilha que fica o Caraval, e lá as experiências do jogo são bem diferentes do que contavam.

O livro aborda o Caraval como algo inalcançável, transcendente. O ambiente do jogo é sagaz, com armadilhas e coisas nada confiáveis. O primeiro alerta ao chegar lá é para não se deixarem levar além da imaginação, pois nada daquilo é real (é impossível fazer isso!).
A avó das meninas é uma peça importante para a narrativa. Ela conta sua experiência no Caraval de forma mágica, intrigante. Suas histórias constroem toda a imagem do jogo que Scarlett e Donatella tinham na infância, até irem a ele.
O livro é curto, tem uma descrição boa de detalhes e o tempo não passa tão rápido, nem tão devagar. As ilustrações e construções gráficas são muito lindas, a capa tem detalhes de relevo muito bonitos. As cores também ajudam na construção da imagem fantástica que o livro tem (me lembra muito a circo)
Eu amo ler livros de fantasia, então sou suspeito a dizer que gostei muito deste (3/5). Pretendo ler outros livros da autora, suas obras tem uma temática legal e convidativa, como este.

Lembre-se, é apenas um jogo 

Comentários

  1. Sabia que esse livro tinha alguma coisa a ver com circo hehe. Quando ele lançou eu não fiquei muito animada, mas confesso que desejo aquela edição especial de capa dura que a Novo Copnceito lançou. Sua resenha foi a segunda que vejo sobre ele e, diferente da primeira, é positiva com elogios, ao contrário da outra que vi que descreveu-o como uma decepção. Não sei quando conseguirei ler, mas a curiosidade ficou um pouco alta, pois também amo fantasias *-*
    Adorei a resenha e as fotos!

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    Respostas
    1. Também quero muito a versão capa dura pra colecionar. Gostei muito dele, espero que consiga ler logo. Obrigado <3

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